Barthor, Martelo-Trovão

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Barthor, Martelo-Trovão

Mensagem por Breyloke em Qua Jun 15, 2016 4:54 pm

Nome do Personagem: Barthor, Martelo-Trovão

Nome do Jogador: Douglas


Natureza: Guardião
Comportamento:sensualista
Essência: Primordial:

Características
Idade: 22
País: Escandinávia
Etnia: Caucasiana
Cabelos: Loiros
Olhos: verdes
Sexo:Masculino

Descrição:



Atributos

Atributos - Físicos

- Força: 5
- Destreza: 3
- Vigor: 4

Atributos - Sociais

- Carisma: 2
- Manipulação: 1
- Aparência: 2

Atributos - Mentais

- Percepção: 3
- Inteligência: 2
- Raciocínio: 2

Habilidades (27 pontos distribuição livre)

Habilidades - Talentos

Prontidão: 3
Esporte: 1
Consciência: 2
Briga: 2
Esquiva: 2
Empatia:
Expressão: 1
Intimidação:  1
Liderança:
Manha:
Lábia:

Habilidades – Perícias

Emp. c/Animais:
Ofícios: 1
Cavalgar: 1
Etiqueta: 1
Concentração: 2
Armas Brancas: 4
Performance:
Furtividade:
Sobrevivência: 1

Habilidades - Conhecimentos

Acadêmicos: 1
Enigmas:
Investigação:
Direito:
Finanças:
Lingüística: 2
Medicina: 1
Ocultismo: 2
Política:
Rituais:
Ciências:


Antecedentes (7 pontos, coloque uma breve descrição do seu antecedente)
Recursos: 2
influência: 2
avatar: 3
Mentor: 1

Esferas:
Vida: 1
Forças: 3
Primordio: 2

FORÇA DE VONTADE: 07



Qualidades / Defeitos:

Qualidades:
Manto das estações: 03
Afinidade elemental(trovão): 04
Sentidos aguçados( visão e audição): 02
Ambidestro: 01

Defeitos:
Esfera inapta( tempo): -5
Marcas Primordiais( Thor) -2

Equipamento e Bens Possuídos:
Martelo de Guerra;
Escudo de Guerra;
Lâmina kris;



Prelúdio/Historia:

Barthor, Martelo-trovão

Na noite de tempestade que marcava o início do inverno na Escandinávia, os sons dos trovões eram tão altos que não se podia escutar nada além deles, Thor retratava com louvor a sua fúria, ou orgulho naquela noite... só o próprio Deus poderia dizer o que sentia em tal momento. As pessoas que viviam na vila de Pysgod Port, só conseguiam escutar um som além da tempestade, eram Sangda, que gritava tão alto quanto os sons dos trovões do grande Thor, ela estava dando à luz a um menino, um menino que ao nascer roubava a vida da sua mãe, Barthor, a criança que nasceu na maior tempestade já vista na Escandinávia foi abençoado pelos deuses com sua vida.
Barthor foi criado pelo seu pai, Baldor-Machado veloz, o seu pai sempre o treinou para a arte da guerra, era forma mais honrosa de garantir a sua cadeira nos grandes salões de Valhalla. Com o intuito de orgulhar o seu pai e o seu povo, Barthor desde os 10 anos já empunhava um machado e um escudo. Seu pai era um dos líderes de Guerra do Lorde da região, Hodrick Henbarg, um homem ganancioso por riquezas e poder, porém justos com seus vassalos. Em uma das expedições, o pai de Barthor não retornou mais, o navio o qual ele liderava havia sumido quando retornava de uma das invasões.
Com sumiço do seu pai, Barthor, foi recolhido pelos sábios e levado para ser treinado nas montanhas. Anos se passaram e Barthor já havia se tornado um homem grande e forte e mais determinado, agora começava a conhecer as forças verdadeiras dos deuses, e como alguns entre seus servos eram escolhidos para serem seus campeões no mundo. Barthor ainda não tinha sentido a verdadeira presença dos deuses em sua alma, apesar de ter visto bastantes provas.
Alguns anos depois, a região onde Barthor vivia, tinha sido jurada de guerra por outro Lorde da Escandinávia. Todos os homens que pudessem carregar uma arma deveria seguir para o campo de batalha, e o Jovem nórdico não poderia evitar o convite para dá início a sua glória. Barthor foi abençoado pelo seu mestre Ahur- O caolho, o qual lhe fez uma profecia “Você sairá do nosso santuário como um homem, mas retornará como um Semideus, servo da tempestade”. O Jovem guerreiro desceu a montanha. A guerra se iniciara no final do inverno onde o gelo rachava e os navios inimigos podia chegar com facilidade na região, a guerra foi muito árdua, nórdicos contra nórdicos. Qual lado os deuses apoiariam? Essa era a pergunta que mais circulava entre as forças aliadas de Barthor, e a resposta veio no decimo primeiro dia de guerra, a região do Lorde Hodrick estava à beira da derrota, seus guerreiros já estavam em minoria, porém Barthor e mais alguns conseguiram destruir alguns navios dos inimigos, por sorte ou obra dos deuses eram as embarcações de suprimento dos inimigos. Houve esperança na manhã daquele dia, quando a notícia do problema dos inimigos se espalharam... Entretanto, ao anoitecer algo inesperado aconteceu, surgindo da neblina o golpe final do lorde invasor tinha se revelado,5 embarcações com 50 homens cada se aproximava da costa da região, o desespero se tomou geral na face dos aliados de Barthor, porém ele sabia que ali não seria o seu momento final. Enquanto Barthor estava enfrentado os inimigos ainda em terra, um grande som de trovão paralisou o corpo dele,  pelo visto somente ele tinha escutado tal estrondo, já que nenhum dos aliados ou invasores pareceu ter escutado esse barulho realmente assustador, Barthor só conseguia ouvir sua respiração, ao olhar para o mar, na direção onde as embarcações vinham, o jovem guerreiro viu algo entre as embarcações, um homem de armadura segurando seu martelo, sim, só poderia ser uma pessoa, ou melhor um Deus, Thor, se revelando aos olhos de Barthor, então o aquele homem que tinha recebido sua profecia sabia que aquele era o momento de concretizá-la, o grande Thor ergueu o seu Martelo, Barthor sabia que aquilo era o seu aprendizado então repetiu o movimento.  Ao levantar o seu martelo, o novo Campeão dos deuses começou a atrair raios, seu martelo encadeava em energia, seus inimigos, paralisados de medo não conseguiam mais segurar suas armas, Barthor então, direcionou seu martelo na direção das embarcações, e raios foram disparados do seu martelo, incendiando-os e trazendo desespero aos seus inimigos, com medo, os inimigos no solo, correram para o mar. Barthor foi aclamado naquela noite, e alguém perante seus aliados o chamou de Barthor, Martelo-trovão.
Dias depois daquela noite de vitória, o lorde Hodrick deu banquete aos seus vassalos, e Barthor foi convidado, o lorde agradeceu aos deuses com sacrifícios por terem enviado um campeão de Thor para ajudar a defender a região, e por fim o Senhor deu uma pequena terra para Barthor, além do próprio chamar o jovem guerreiro de Barthor, Martelo-trovão.
Barthor sabia que ali marcava apenas o início da sua verdadeira jornada, e que seu treinamento nas montanhas só ficaria mais rigoroso, idiomas foram aprendidos, a arte da guerra sempre em processo de aprimoramento, habilidades místicas sendo agregadas, e Barthor agora vive por seu Deus aguardando o dia que o próprio o virar busca-lo para adentrar em Valhalla.
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